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Ativismo alimentar de mulheres negras e políticas públicas

Atualizado: 3 de dez. de 2024

Arthur Saldanha dos Santos



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A grave situação de insegurança alimentar e nutricional no Brasil é assimétrica e apresenta um padrão de raça, classe e gênero, acometendo principalmente mulheres negras pobres.


A desigualdade racial e salarial entre os gêneros são importantes fatores para a análise da persistência da insegurança alimentar e nutricional no Brasil.


Com isso, é urgente a promoção da equidade de gênero, de raça e de classe no sistema alimentar.


Os ativismos alimentares das mulheres negras podem auxiliar na construção, formulação e avaliação de novas políticas públicas.


Se, no começo dos anos 2000, quando surgiram as atuais políticas de segurança alimentar e nutricional, isso não era tão evidente, hoje em dia é inadmissível que as dimensões raça e gênero não sejam consideradas pelas políticas alimentares.


A série tem o apoio do Instituto Ibirapitanga e é ilustrada pela artista Manu Raupp.




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